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	<title>Blog do Pai Eterno &#187; Geral</title>
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	<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 21:18:27 +0000</pubDate>
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		<title>O POÇO E A PEDRA</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 15:53:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Paterno</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
&#8220;Um monge peregrino caminhava por uma estrada quando, do meio da relva alta, surgiu um homem jovem de grande estatura e com olhos muito tristes. Assustado com aquele aparecimento inesperado, o monge parou e perguntou se poderia fazer algo por ele. O homem abaixou os olhos e murmurou envergonhado:
&#8220;Sou um criminoso, um ladrão. Perdi o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Um monge peregrino caminhava por uma estrada quando, do meio da relva alta, surgiu um homem jovem de grande estatura e com olhos muito tristes. Assustado com aquele aparecimento inesperado, o monge parou e perguntou se poderia fazer algo por ele. O homem abaixou os olhos e murmurou envergonhado:<br />
&#8220;Sou um criminoso, um ladrão. Perdi o afeto de meus pais e dos meus amigos. Como quem afunda na lama, tenho praticado crime após crime. Tenho medo do futuro e não sinto sossego por nenhum instante. Vejo que o senhor é um monge, livre-me então desse sofrimento, dessa angústia!&#8221;- pediu ajoelhando-se.<br />
O monge, que ouvira tudo em silêncio, fitou os olhos daquele homem e alguns instantes depois disse:<br />
&#8220;Estou com muita sede. Há alguma fonte por aqui?&#8221;<br />
Com expressão de surpresa pela repentina pergunta, o jovem respondeu:<br />
&#8220;Sim, há um poço logo ali, porém nele não há roldana, nem balde. Tenho aqui, no entanto, uma corda que posso amarrar na sua cintura e descê-lo para dentro do poço. O senhor poderá tomar água até se saciar. Quando estiver satisfeito, avise-me que eu o puxarei para cima.&#8221;<br />
O monge sorrindo aceitou a idéia e logo em seguida encontrava-se dentro do poço. Pouco depois, veio a voz do monge:<br />
&#8220;Pode puxar!&#8221;<br />
O homem deu um puxão na corda empregando grande força, mas nada do monge subir. Era estranho, pois parecia que a corda estava mais pesada agora do que no início. Depois de inúteis tentativas para fazer com que o monge subisse, o homem esticou o pescoço pela borda, observou a semi-escuridão do interior do poço para ver o que se passava lá no fundo. Qual não foi sua surpresa ao ver o monge firmemente agarrado a uma grande pedra que havia na lateral.<br />
Por um momento ficou mudo de espanto, para logo em seguida gritar zangado:<br />
&#8220;Hei, que é isso? O que faz o senhor aí? Pare já com essa brincadeira boba! Está escurecendo, logo será noite. Vamos, largue essa rocha para que eu possa içá-lo.&#8221;<br />
De lá de dentro, o monge pediu calma ao rapaz, explicando:<br />
&#8220;Você é grande e forte, mas mesmo com toda essa força não consegue me puxar se eu ficar assim agarrado a esta pedra. É exatamente isso que está acontecendo com você. Você se considera um criminoso, um ladrão, uma pessoa que não merece o amor e o afeto de ninguém. Encontra-se firmemente agarrado a essas idéias. Desse jeito, mesmo que eu ou qualquer outra pessoa faça grande esforço para reerguê-lo, não vai adiantar nada.&#8221;<br />
&#8220;Tudo depende de você. Somente você pode resolver se vai continuar agarrado ou se vai se soltar. Se quer realmente mudar, é necessário que se desprenda dessas idéias negativas que o vêm mantendo no fundo do poço. Desprenda-se e liberte-se.&#8221;<br />
A escuridão nada mais é do que a falta de luz, assim como o mal é a ausência do bem. Quando pensamentos negativos turvarem nossa mente, nossa razão, ocultando nossos melhores sentimentos, busquemos a luz da verdade e o caminho do bem. Abandonemos as pedras da ignorância e do medo que nos mantêm prisioneiros de nossas próprias imperfeições, nos poços do egoísmo e do orgulho. &#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">  </p>
<p style="text-align: justify;">Autor desconhecido</p>
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		<title>Discurso do Pe. Robson no Gente que é Notícia, em Barretos</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Dec 2009 19:13:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Paterno</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[No dia 27 deste mês, o reitor do Santuário Basílica, Pe. Robson de Oliveira, foi o paraninfo do qüinquagésimo Gente que é Notícia, em Barretos (SP). Na noite em que 10 personalidades foram homenageadas pelas ações que desenvolveram ao longo de 2009, Pe. Robson fez um discurso que destacou a importância de se fazer o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>No dia 27 deste mês, o reitor do Santuário Basílica, Pe. Robson de Oliveira, foi o paraninfo do qüinquagésimo Gente que é Notícia, em Barretos (SP). Na noite em que 10 personalidades foram homenageadas pelas ações que desenvolveram ao longo de 2009, Pe. Robson fez um discurso que destacou a importância de se fazer o bem e amar o próximo, independente de quem seja. Confira a íntegra do discurso:</em></p>
<p style="text-align: justify;">
 <br />
Nesta noite aqui em Barretos, desejo externar a todos os presentes a alegria de ter sido convidado para ser o paraninfo desta qüinquagésima edição do Gente que é Notícia. Para isso, eu poderia iniciar este meu breve pronunciamento de várias formas: poderia, por exemplo, exaltar a importância do evento e dizer o quanto me sinto honrado em estar aqui; poderia também apontar as principais qualidades de cada um dos homenageados e dizer como é bom participar deste momento com tanta gente significativa e importante; e como sacerdote que sou, poderia também iniciar com uma breve reflexão bíblica e, em seguida, promover um profundo momento de oração. Mas apesar de todas essas formas de se iniciar este momento serem interessantes e marcantes, não quero começar com nenhuma delas, porque, na minha concepção, o que nos une aqui não é o evento, não é o individual e, mesmo sendo uma ação profunda do Pai Eterno em nossas vidas, também não é o intuito de oração que nos trouxeram aqui.</p>
<p style="text-align: justify;">
 <br />
Começo, portanto, lembrando que só estamos reunidos nesta noite porque nossas atitudes fizeram com que estivéssemos aqui. É o bem que fizemos e são as ações profícuas que desempenhamos ao longo dos anos que possibilitaram a presença de todos que estão aqui nesta noite festiva. Ao longo da vida, cada pessoa presente e, principalmente, os homenageados poderiam ter seguido diversos rumos, que não os que estão fazendo da nossa presença motivo de alegria e comemoração. Não sou adepto da tese maniqueísta e dualística de que o mundo está dividido, puro e simplesmente, entre o bem e o mal; mas sou adepto da concepção de que nossas atitudes plantam o que colheremos no dia seguinte. Se fazemos o bem, teremos o bem; mas se plantamos o mal, colheremos o mal.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">E é exatamente neste ponto que se inicia um grande questionamento. Como fazer para plantar somente o bem, em um mundo repleto de injustiças e impregnado de valores negativos? Como seguir o caminho da solidariedade e do amor, seja qual for o ramo que atuamos, se estamos em um mundo que valoriza muito mais a esperteza do que a humildade? Como dizer ao próximo o quanto você o ama se em muitos casos o próximo só finge que te ama? Vivemos num mundo em que o “EU” se sobrepõe a tudo: se sobrepõe ao “TU”, se sobrepõe ao “ELE”, se sobrepõe ao “NÓS” e, pasmem, quer se sobrepor até a Deus&#8230; Vivemos num mundo que, infelizmente, está impregnado de rancor, de egoísmo e de inveja. Muitos poderosos cheios de vaidades querem sempre ter mais e mais poderes, e não um poder para a prática do bem, mas um poder nocivo que não leva nada a lugar nenhum.</p>
<p style="text-align: justify;">
 <br />
Ao desabafar desta maneira, lembro-me de um sermão de padre Antônio Vieira que, em 1654, na cidade de São Luís do Maranhão, já questionava a briga do poder pelo poder no Brasil colônia. Padre Antônio Vieira, ao proferir o “Sermão de Santo Antônio aos Peixes”, ironizou os seres humanos comparando-os aos peixes. Ou melhor: comparou os peixes aos seres humanos.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Com algumas adaptações literárias feitas para este momento, faço minhas as palavras do padre, símbolo do Barroco: “A primeira coisa que me desedifica, de vós, peixes, é que vos devorais uns aos outros. Grande escândalo é este, mas a circunstância o faz ainda maior. Não só vos devorais uns aos outros, senão que os grandes devoram os pequenos. Se fora pelo contrário seria menos mal. Se os pequenos devorassem os grandes, bastara um grande para muitos pequenos; mas como os grandes devoram os pequenos, não bastam cem pequenos, nem mil para um só grande [...] Os homens, com suas más e perversas cobiças, vêm a ser como os peixes que devoram uns aos outros. Tão alheia coisa é, não só da razão, mas da mesma natureza que sendo todos criados no mesmo elemento, todos cidadãos da mesma pátria, e todos finalmente irmãos, viveis de vos devorar. Santo Agostinho, que pregava aos homens, para encarecer a fealdade deste escândalo, mostrou-lho nos peixes; e eu, que prego aos peixes, para que vejais quão feio e abominável é, quero que o vejais nos homens [...]”.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">E ainda continua Padre Antônio Vieira: “Parece-vos bem isto, peixes? Representa-se-me que com o movimento das cabeças estais todos dizendo que não, e com olhardes uns para os outros, vos estais admirando e pasmando de que entre os homens haja tal injustiça e maldade! Pois isto mesmo é o que vós fazeis. Os maiores devorais os pequenos; e os muito grandes não só os devoram um por um, senão os cardumes inteiros, e isto continuamente sem diferença de tempos, não só de dia, senão também de noite, às claras e às escuras, como também fazem os homens”.</p>
<p style="text-align: justify;">
 <br />
Depois de ter contemplado estas profundas palavras de Padre Antônio Vieira, refaço uma pergunta feita há pouco: Como fazer para plantar somente o bem, em um mundo repleto de injustiças e impregnado de valores negativos? Acredito que muitos de vocês tenham a resposta. Mas eu enfatizo uma que acho de extrema importância: devemos nos motivar a fazer pequenas e grandes coisas para agradar ao Pai Eterno, que é o nosso  Deus Onipotente. Se agradamos ao Pai Eterno, estamos no caminho estreito e difícil, mas estamos no caminho certo.</p>
<p style="text-align: justify;">
 <br />
Dito isso, acredito que devo entrar naquelas nuances que poderiam ter sido o início do meu pronunciamento, mas que não foram. Em primeiro está este evento. Quando recebi o convite, busquei o mais rápido possível me informar com exatidão sobre o que seria o “Gente que é Notícia”: quais seriam os critérios e como eram escolhidos os homenageados. Descobri que, além de terem prestado bons serviços a sociedade, os homenageados deveriam ter tido condutas baseadas no respeito e na valorização do ser humano. E é exatamente por isso que tal evento já tem tantos anos de existência e é tão respeitado.</p>
<p style="text-align: justify;">
E por essa magnitude, digo que me sinto honrado em ser o paraninfo do “Gente que é Notícia” deste ano, e, obviamente, aproveito para agradecer esta pessoa tão especial que me convidou para estar aqui nesta noite. E quando o chamo de especial é porque eu poderia identificá-lo de várias formas. Ao longo da vida, por exemplo, ele assumiu diversas funções e tem um vasto currículo. Mas não posso resumi-lo aos cargos que ocupou. Poderia, então, anunciá-lo como empreendedor nato, como uma pessoa hiper respeitada e também respeitosa, como católico convicto ou até como evangelizador por fé e vocação.</p>
<p style="text-align: justify;">
Com ousadia e com o apoio da Igreja, ele foi o responsável por fazer com que a Rede Vida de Televisão se tornasse o principal veículo de comunicação católico do nosso País, quiçá até mundo, vez que o Brasil é a nação com mais habitantes católicos do planeta. Por essas razões e outras, prefiro chamá-lo de especial, porque somente as pessoas pelas quais temos um carinho distinto; é que consideramos especiais.</p>
<p style="text-align: justify;">
Dr. João Monteiro Barros Filho, muito obrigado ao senhor e à sua família por me ter feito este convite, e muito obrigado também por fazer de nosso país uma nação de mais fé, com o cultivo dos valores cristãos e, principalmente, com a presença Dele, o nosso Querido Pai Eterno, que é o princípio e o fim; o Alfa e Omega; de onde tudo vem e para onde tudo vai. Parabéns por tudo que tem realizado ao longo da vida e mais uma vez: obrigado!    <br />
Então, depois de conhecer mais sobre o evento, fui me informar melhor sobre cada um de vocês que está sendo homenageado. Tive outras gratas alegrias:</p>
<p style="text-align: justify;">
• O promotor de justiça Aluísio Antônio Maciel Neto recebeu destaque pelo combate permanente contra o nepotismo e a corrupção. Além de ser um exímio combatente do crime organizado, principalmente contra o tráfico de drogas;</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">• Cuiabano Lima é narrador de rodeio, mas em vez de usar somente suas técnicas de narração como qualquer outro locutor, procura sempre despertar em quem está assistindo às apresentações os aspectos de valorização humana, autoestima e fé;</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">• O reitor do Centro Universitário da Fundação Educacional de Barretos, Álvaro Fernandez Gomes, é homenageado porque instituiu a transparência na instituição que comanda e ainda possibilitou o ingresso no ensino de nível superior de milhares de jovens e também adultos e idosos;</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">• O empresário Eduardo Ferreira Leite é um dos principais responsáveis pelo fortalecimento da rede hoteleira em Barretos, ajudando o município a se desenvolver em aspectos econômicos, turísticos e culturais;</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">• Giovane Barroti, empresário, professor universitário, pesquisador e citricultor, é um dos grandes responsáveis pelo setor de alimentação não só em Barretos, mas em todo o Brasil. A produção de alimentos que abastece a mesa de milhares de brasileiros é de extrema necessidade, ainda mais quando o trabalhador, aquele que sustenta qualquer empresa, é valorizado, como é afamado o tratamento feito aos seus funcionários;</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">• O empresário Guilherme Marconi, além de ser um dos grandes incentivadores de ações culturais em Barretos, se destaca no fortalecimento de ações filantrópicas que tem como objetivo a inclusão social, tão importante nos dias de hoje;</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">•  O ginecologista e obstetra, o dr. Hussein Gemha Taha já fez mais de 3 mil partos ao longo de sua carreira. Dentre suas principais qualidades estão não somente o atendimento ao paciente, mas uma relação de confiança entre médico e paciente que objetiva a valorização da vida;</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">• A enfermeira Jussara de Angelis Colli, que há 18 anos atua na secretaria municipal de saúde, tem como foco principal a saúde, e não a doença. Ajudar com que outras pessoas se sintam com mais dignidade em momentos de sofrimento e angústia é extremamente significativo;</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">• O engenheiro civil, Kelly de Almeida Leme, especializou-se na execução de obras, tanto comerciais, residenciais ou industriais. Em muitos lugares da cidade existem um pouquinho de seu trabalho. Além de ter ajudado no crescimento arquitetônico de Barretos, ele se destaca ainda na valorização das pessoas com quem trabalha;</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">• E a presidente da Associação de Voluntários da Cidade de Barretos, Regina Almeida Barros de Freitas, é destaque no apoio a pessoas necessitadas. Os serviços de voluntários da associação a que pertence são importantíssimos para a construção de um mundo melhor para se viver.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Como vimos, todos merecem estar aqui. E não foram o poder, o dinheiro ou o prestígio que fizeram com que estivessem aqui, mas foram, sim, as atitudes de cada um. Todos estes homenageados merecem não somente as minhas palmas, mas a de todos os presentes.</p>
<p style="text-align: justify;">
Agora, para encerrar, termino com o que há de melhor. Salvo algumas exceções, vocês já observaram que quando paramos para almoçar ou jantar, sempre deixamos a parte melhor no canto do prato para que seja degustado com mais prazer; para que o gosto bom premie a delícia da refeição.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Aqui também faço isso. São com as palavras da primeira epístola de São Paulo aos Coríntios que encerro este pronunciamento. Estas palavras são para mim, mesmo sem vocês homenageados terem consciência disso, o que motivou cada atitude profícua que vocês tiveram, não somente neste ano de 2009, mas durante toda a vida.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Dizia o apóstolo Paulo: “Ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria. Ainda que distribuísse todos os meus bens para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria. O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece, não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal; não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta”.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">E aqui eu peço a todos: Amem! Amem não somente quem nós amamos naturalmente; mas amem até mesmo, e principalmente, quem não conhecemos. Amem, em qualquer lugar que estejamos, em tudo o que fazemos, as pessoas que necessitam de nosso amor.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Muito obrigado e parabéns a todos!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>ALGUÉM PRECISA DE VOCÊ</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Dec 2009 14:43:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Paterno</dc:creator>
		
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Você já se sentiu alguma vez como um zero à esquerda, ou seja, sem valor algum? Você pode responder que não, mas outras tantas pessoas já tiveram o seu dia de baixa auto-estima. São aqueles dias em que a gente olha ao redor e não consegue ver nada em que possamos ser úteis. No entanto, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p>Você já se sentiu alguma vez como um zero à esquerda, ou seja, sem valor algum? Você pode responder que não, mas outras tantas pessoas já tiveram o seu dia de baixa auto-estima. São aqueles dias em que a gente olha ao redor e não consegue ver nada em que possamos ser úteis. No entanto, e por essas mesmas razões, há sempre alguém que precisa de você.<br />
Há pessoas caladas que precisam de alguém para conversar.<br />
Há pessoas tristes que precisam de alguém que as conforte.<br />
Há pessoas tímidas que precisam de alguém que as ajude vencer a timidez.<br />
Há pessoas sozinhas que precisam de alguém para conversar.<br />
Há pessoas com medo que precisam de alguém para lhes dar a mão.<br />
Há pessoas fortes, mas que precisam de alguém que as faça pensar na melhor maneira de usar a sua força.<br />
Há pessoas habilidosas que precisam que alguém as ajude a descobrir a melhor maneira de usar sua habilidade.<br />
Há pessoas que julgam não saber fazer nada e que precisam de alguém que as ajude a descobrir o quanto podem fazer.<br />
Há pessoas apressadas que precisam de alguém que lhes mostre tudo o que não têm tempo para ver.<br />
Há pessoas impulsivas que precisam de alguém que as ajude a não magoar os outros.<br />
Há pessoas que se sentem perdidas e precisam de alguém que lhes mostre o caminho.<br />
Há pessoas que se julgam sem importância alguma e precisam de alguém que as ajude a descobrir como são valiosas.<br />
E você, que muitas vezes pensa não ter nenhuma utilidade, pode ser justamente a pessoa que alguém está precisando agora&#8230; É claro que você não precisa, nem pode ser a solução para todos os problemas, mas faça o melhor ao seu alcance.<br />
Se não puder ser uma árvore frondosa no topo da colina, seja um arbusto no vale; mas seja o melhor arbusto do vale.<br />
Se não puder ser um arbusto, seja um ramo; mas seja o ramo mais exuberante a enfeitar a paisagem.<br />
E se não puder ser um ramo, seja um pequeno tapete de relva para dar alegria a algum caminhante&#8230;<br />
Se deseja ser um lindo ramalhete de flores perfumadas, e não consegue, seja uma singela flor silvestre; mas seja a mais bela.<br />
E nesse esforço de ser útil a alguém que precisa de você, irá cada vez se tornando mais forte e mais confiante. E todos as alegrias que espalhar pelo caminho serão as mesmas alegrias que encontrará na própria estrada.<br />
Por mais difícil que esteja a situação, nunca deixe de lembrar que alguém precisa de você. E o mais importante: você pode ajudar alguém.<br />
A Terra é uma grande escola, onde o Criador nos matriculou para que aprendamos a ser felizes. A grande maioria das pessoas que habita este planeta não é completamente feliz. Somos todos caminheiros da estrada chamada evolução, e, num momento ou noutro, pode ser que precisemos de alguém. Assim sendo, como sempre estamos rodeados de pessoas, é importante que você fique alerta, pois ao seu lado pode estar alguém que precise de você, neste exato momento.</p>
<p> </p>
<p>Autor desconhecido</p>
]]></content:encoded>
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		<title>S O L I D Ã O</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 13:08:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Paterno</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
&#8220;Era uma vez uma palmeira solitária.
Dormia só,
brincava só,
ria só,
rezava só.
Um dia o vento descobriu que poderia acariciá-la e foi então que ele passou a visitá-la todos os dias.
E a palmeira solitária começou então a dormir com o vento,
brincar com o vento,
rir com o vento,
rezar com o vento.
Mas um dia, o vento deixou de vir.
E todos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p>&#8220;Era uma vez uma palmeira solitária.<br />
Dormia só,<br />
brincava só,<br />
ria só,<br />
rezava só.</p>
<p>Um dia o vento descobriu que poderia acariciá-la e foi então que ele passou a visitá-la todos os dias.<br />
E a palmeira solitária começou então a dormir com o vento,<br />
brincar com o vento,<br />
rir com o vento,<br />
rezar com o vento.<br />
Mas um dia, o vento deixou de vir.<br />
E todos julgaram que a palmeira morreria de solidão.<br />
Mas isso não aconteceu.<br />
Durante o tempo que o vento esteve ausente, a palmeira solitária continuou:<br />
dormindo com o  vento,<br />
brincando com o vento,<br />
rindo com o vento,<br />
rezando com o vento.<br />
E foi então que se revelou que a solidão só existe&#8230;<br />
quando não mais existe a esperança de começar outra vez&#8230;&#8221;<br />
Letícia Thompson</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Homenagem aos carreiros</title>
		<link>http://blog.paieterno.com.br/?p=108</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 16:24:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Paterno</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Discurso do Pe. Robson de Oliveira na homenagem em que ele e os carreiros receberam a Comenda Pedro Ludovico Teixeira, maior honraria oferecida pelo Legislativo goiano. Confira o texto na íntegra:


&#8220;Senhoras e senhores&#8230; É de relevância para mim receber aqui no maior Poder Legislativo do Estado de Goiás a comenda Pedro Ludovico Teixeira e, além [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Discurso do Pe. Robson de Oliveira na homenagem em que ele e os carreiros receberam a Comenda Pedro Ludovico Teixeira, maior honraria oferecida pelo Legislativo goiano. Confira o texto na íntegra:</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">&#8220;Senhoras e senhores&#8230; É de relevância para mim receber aqui no maior Poder Legislativo do Estado de Goiás a comenda Pedro Ludovico Teixeira e, além de recebê-la, proferir este discurso em nome de todos os homenageados. Sinto-me bastante honrado e lisonjeado neste momento. E não sinto isso somente porque levo para casa uma medalha de grande relevância como é esta que os senhores deputados estão me oferecendo, mas simplesmente por estar aqui em uma homenagem justa e necessária aos carreiros de nosso Estado, principalmente aqueles que seguem a tradição de ir a Trindade ano após ano durante as Romarias.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Já fui convidado para receber títulos e medalhas, inúmeras vezes, ao longo deste período de sacerdócio, que, aliás, tem pouco mais de 10 anos. No entanto, em quase todas as ocasiões, fiz questão de não aceitar ou então enviar representantes para receber em meu lugar por ter plena convicção de que o que desempenho na minha vida consagrada é um desejo e missão confiada pelo Pai à minha pessoa. Assim sendo, é Ele, o Pai Eterno, o merecedor de todas as honras e glórias. Para ele é que devemos oferecer todas as homenagens.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">No entanto, tenho de esclarecer que para com esta homenagem, o meu sentimento foi diferente. Não estou aqui porque quero receber homenagens e títulos. Se fosse este o objetivo, já teria aceitado inúmeros outros convites em São Paulo, Minas Gerais e diversos outros estados. Estou aqui simplesmente porque não me considero homenageado, mas sim homenageador.  É isso mesmo! Hoje, venho me juntar aos nobres parlamentares para junto com os senhores homenagear não somente estes que estão aqui, mas todos os carreiros que foram os precursores da Festa de Trindade e, ainda hoje, são os principais atores da Fé ao Divino Pai Eterno.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">No passado, o carro de boi era apenas um meio de transporte. Hoje, é tradição, é cultura, é um meio para a devoção! De todas as partes de Goiás, e até mesmo de outros estados, de perto ou de longe, os carreiros não se cansam em repetir todos os anos este gesto singular de ir a Trindade para expressar a sua fé. Na festa deste ano, tive a oportunidade de acompanhar o diálogo de uma jornalista com um carreiro. Ela perguntou: “foram quantos dias de viagem?” Ele respondeu: “sete”. Brincando ela disse: “Vocês não trabalhão não, né? Param mais de sete dias da vida para virem a Trindade?!” Sério, ele respondeu: “Trabalhamos sim. Trabalhamos duro o ano todo para poder, na Festa de Trindade, agradecer ao “Padre Eterno” pelo dom da Vida e do trabalho”.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Gente simples e humilde. Mas pessoas que carregam no peito e na alma o sabor de viver. O desejo de um mundo melhor e o suor de seus esforços. Pessoas que, em muitos casos, não tiveram a oportunidade de estudar. Mas que aprenderam com o afagar da terra, o calo no pé e na mão e a paisagem da estrada a respeitar a história, a respeitar o seu próximo e, acima de tudo, a respeitar, como eles mesmos dizem, o nosso “Divino Padre Eterno”.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">É&#8230; Cristo já disse que a fé move montanhas. E eles, os carreiros, talvez até mais do que eu que sou padre, sabem disso. Como é emocionante ver inúmeros carreiros juntando as suas coisas para uma peregrinação de fé. Como é bonito ver os carreiros levando esposa e filhos para uma grande experiência de fé. Como é belíssimo ver carreiros e esposas passando para as gerações seguintes a experiência de fé que têm em si.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Ao longo do caminho, eles cantam, rezam e festejam.  No meio da poeira e nas estradas de chão esburacadas, eles controlam com amor e, por que não dizer, exigência os seus animais. No meio do mato e na escuridão, eles montam seus pousos para passar uma noite fria e seguir, com o nascer do sol, o outro dia. No meio do cheiro de gado, eles tocam os seus berrantes e escutam o mugir de seus bois e vacas. No meio da cultura vazia propagada no mundo, eles vivem a cultura de quem sabe que no Céu existe um Deus que é Pai.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Gostaria, portanto, de encerrar este pronunciamento dizendo que sou muito grato a todos vocês carreiros. Sei que são essenciais para que esta devoção ao Pai seja propagada e cultivada nas futuras gerações. Agradeço também todos os deputados desta Casa, em nome do propositor desta homenagem deputado Coronel Queiroz, por acreditarem e valorizarem esta tradição de fé. Agradeço, principalmente, a Deus por me dar mais esta oportunidade de poder mostrar que seguir os princípios de vida da humildade e da simplicidade vale à pena.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Termino fazendo referência à música do cantor Walter José que expressa em poesia o sentimento e o significado, para os carreiros, de ir a Trindade todos os anos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">&#8216;Fico ansioso pra chegar o mês de julho. Quando eu preparo o meu carro pra romaria. Dou um repasso no chumaço na chaveia, olho as cangas e as correias, um reparo no cocão. Olho no pasto minha boiada carreira, vejo perto da porteira o Brioso e o boi Barão. Meu pensamento se eleva ao Deus Divino pra livrar do meu caminho o perigo do estradão. Meu velho carro cantando, transmite amor e alegria. Cortando o chão da estrada, vou a passo lento nesta romaria. E quando chega o quarto dia da viagem, eu já escuto longe os sinos gemer. Traz a certeza que estou perto de Trindade, uma felicidade invade todo meu ser. E quando vejo lá no alto o Santuário imponente, iluminado no seu formato de cruz, dou glória a Deus e também ao Santo Espírito: Louvado seja bendito sempre seu filho Jesus!&#8217;.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Parabéns a todos os carreiros e muito obrigado!&#8221;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>S O L I D Ã O</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 14:58:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Paterno</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Era uma vez uma palmeira solitária.
Dormia só,
brincava só,
ria só,
rezava só.
Um dia o vento descobriu que poderia acariciá-la e foi então que ele passou a visitá-la todos os dias.
E a palmeira solitária começou então a dormir com o vento,
brincar com o vento,
rir com o vento,
rezar com o vento.
Mas um dia o vento deixou de vir.
E todos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Era uma vez uma palmeira solitária.</p>
<p>Dormia só,</p>
<p>brincava só,</p>
<p>ria só,</p>
<p>rezava só.</p>
<p>Um dia o vento descobriu que poderia acariciá-la e foi então que ele passou a visitá-la todos os dias.</p>
<p>E a palmeira solitária começou então a dormir com o vento,</p>
<p>brincar com o vento,</p>
<p>rir com o vento,</p>
<p>rezar com o vento.</p>
<p>Mas um dia o vento deixou de vir.</p>
<p>E todos julgaram que a palmeira morreria de solidão.</p>
<p>Mas isso não aconteceu.</p>
<p>Durante o tempo que o vento esteve ausente, a palmeira solitária continuou:</p>
<p>dormindo com o  vento,</p>
<p>brincando com o vento,</p>
<p>rindo com o vento,</p>
<p>rezando com o vento.</p>
<p>E foi então que se revelou que a solidão só existe&#8230;</p>
<p>quando não mais existe a esperança de começar outra vez&#8230;&#8221;</p>
<p>Letícia Thompson</p>
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		<title>O Medo</title>
		<link>http://blog.paieterno.com.br/?p=86</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 19:28:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Paterno</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[
“Diz uma antiga fábula que um camundongo vivia angustiado com medo do gato. Um mágico teve pena dele e o transformou em gato. Mas aí ele ficou com medo do cão, por isso o mágico o transformou em cão. Então, ele começou a temer a pantera e o mágico o transformou em pantera. Foi quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>“Diz uma antiga fábula que um camundongo vivia angustiado com medo do gato. Um mágico teve pena dele e o transformou em gato. Mas aí ele ficou com medo do cão, por isso o mágico o transformou em cão. Então, ele começou a temer a pantera e o mágico o transformou em pantera. Foi quando ele se encheu de medo do caçador. A essas alturas, o mágico desistiu. Transformou-o em camundongo novamente e disse:</div>
<div>&#8220;Nada que eu faça por você vai ajudá-lo, porque você tem a coragem de um camundongo&#8221;.</div>
<div>É preciso coragem para romper com o projeto que nos é imposto.</div>
<div>Mas saiba que coragem não é a ausência do medo, e sim a capacidade de avançar mesmo com o medo”.</div>
</div>
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		<title>Amor Apaixonado</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Apr 2009 18:36:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Paterno</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Muitas são as definições de Amor e de Paixão e como estas realidades tão próximas se processam dentro de nós; e também como as expressamos em nossa vida, em nossas relações. Primeiramente, podemos dizer que amor que é amor de verdade não vive de retribuição, mas de uma riqueza tão escassa em nossa realidade chamada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Muitas são as definições de Amor e de Paixão e como estas realidades tão próximas se processam dentro de nós; e também como as expressamos em nossa vida, em nossas relações. Primeiramente, podemos dizer que amor que é amor de verdade não vive de retribuição, mas de uma riqueza tão escassa em nossa realidade chamada RECIPROCIDADE. E reciprocidade vem daquilo que é recíproco, que há correspondência de parte a parte, uma troca equilibrada entre duas pessoas com seus interesses recíprocos. Que é partilhado, sentido ou demonstrado por ambas as partes, como numa amizade recíproca ou num verdadeiro amor. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Avançando o sentido do verdadeiro amor, nos deparamos com outro elemento de essencial riqueza: a GRATUIDADE. Esta se faz através de uma relação profunda com Deus, e através dela fugimos das relações comuns que o mundo pratica: de simples troca, materialistas, nas quais nos transformamos - a nós e a nossos semelhantes - em coisas, objetos. E este universo de relação, o da gratuidade, deixa o mundo mergulhado numa incógnita, ou seja, o ser humano sem uma vivência de fé jamais compreenderá. Podemos assim dizer que o que rege o verdadeiro amor, a verdadeira amizade, o que dá um real significado à Paixão é a gratuidade.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Celebrando a Semana Santa, somos convidados a refletir sobre a Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus; expressão radical de um Apaixonado Amor do Divino Pai Eterno para conosco. Aqui, nos perguntamos: afinal, o que foi que Jesus fez por nós como nosso maior, melhor e verdadeiro AMIGO? O que foi que exigiu em &#8216;troca&#8217;? Qual é o verdadeiro sentido da Santa Semana em nossa vida?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Se entre tantas semanas, definimos esta como Santa, foi porque Deus nos amou ao extremo de doar todo Seu Ser até o seu último suspiro, a sua última gota de sangue por causa de um VERDADEIRO AMOR. E todo verdadeiro amor chega aos extremos da loucura, contudo, a ‘loucura santa’ desta Semana Bendita, deste </span><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Bendito Ser com seu Supremo Amor nos ensina que o mundo ainda não compreendeu o sentido do Amor Verdadeiro e Apaixonado. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">• <span style="mso-spacerun: yes;">     </span>O Amor Verdadeiro é bem diferente das paixões que buscamos e vivemos, maior parte inconseqüentes;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">•<span style="mso-spacerun: yes;">       </span>O Amor Verdadeiro é muito diverso dos egoísmos tantos praticados, das vaidades orgulhosamente expostas;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">•<span style="mso-spacerun: yes;">       </span>O Amor Verdadeiro atravessa as noites frias rezando e zelando pra que a vida continue sendo MAIS;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">•<span style="mso-spacerun: yes;">       </span>O Amor Verdadeiro grita nos lares, nos palanques, nos altares por justiça entre iguais, social e muito mais; </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">•<span style="mso-spacerun: yes;">       </span>O Amor Verdadeiro cede do necessário para que a fome seja saciada, a miséria erradicada;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">•<span style="mso-spacerun: yes;">       </span>O Amor Verdadeiro suporta a dor de perder as riquezas do mundo em prol de valores absolutos nos quais a vida seja respeitada;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">•<span style="mso-spacerun: yes;">       </span>O Amor Verdadeiro abandona seguranças tidas como intocáveis pelas seguras aventuras do bem que é ETERNO e que aqui começa, nas relações fraternas;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">•<span style="mso-spacerun: yes;">       </span>O Amor Verdadeiro abre os braços pra um abraço apaixonado como fez Jesus, no alto daquela cruz dependurado, naquela Bendita Sexta-feira Santa.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Ah&#8230; <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>Se compreendêssemos a riqueza contida nos ricos acontecimentos desta Santa Semana, com suas dores, alegrias e Esperança!!! <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>As paixões do mundo perderiam todo sentido diante do significado extremo da PAIXÃO DE CRISTO. Os amores apaixonados que o mundo ensina e prega, com tantos desencontros, falsidades e enganos cederiam lugar a um novo e verdadeiro sentido de AMOR. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">O Verdadeiro e Apaixonado Amor, aquele que Jesus viveu a partir de Sua relação tão íntima com o Divino Pai Eterno em favor de cada um de nós, pela nossa Salvação, pobres pecadores que somos, deve ser experimentado na dor, na gratuidade da entrega, nas renúncias constantes ao que não confere sentido. E, se assim não for, buscado e vivido, deixará de ser verdadeiro, portanto, jamais será experimentado o que nos oferece o Deus RESSUSCITADO, que quer levar consigo cada ser humano por um Amor Apaixonado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Pe. Helder José, Missionário Redentorista no Santuário Basílica <span style="mso-spacerun: yes;"> </span></span></strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>AS MÃOS…</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jan 2009 20:56:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Paterno</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.paieterno.com.br/2009/01/23/as-maos/</guid>
		<description><![CDATA[ &#8220;Há mãos que sustentam e mãos que abalam.
Mãos que limitam e mãos que ampliam.
Mãos que denunciam e mãos que escondem os denunciados.
Mãos que se abrem e mãos que se fecham
Há mãos que afagam e mãos que agridem.
Mãos que ferem e mãos que cuidam das feridas.
Mãos que destroem e mãos que edificam.
Mãos que batem e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify"> &#8220;Há mãos que sustentam e mãos que abalam.<br />
Mãos que limitam e mãos que ampliam.<br />
Mãos que denunciam e mãos que escondem os denunciados.<br />
Mãos que se abrem e mãos que se fecham</p>
<p>Há mãos que afagam e mãos que agridem.<br />
Mãos que ferem e mãos que cuidam das feridas.<br />
Mãos que destroem e mãos que edificam.<br />
Mãos que batem e mãos que recebem as pancadas por outros</p>
<p>Há mãos que apontam e guiam e mãos que desciam.<br />
Mãos que são temidas e mãos que são desejadas e queridas.<br />
Mãos que dão arrogância e mãos que se escondem aos dar.<br />
Mãos que escandalizam e mãos que apagam os escândalos.<br />
Mãos puras e mãos que carregam censuras.</p>
<p>Há mãos que escrevem para promover e mãos que escrevem para ferir.<br />
Mãos que pesam e mãos que aliviam.<br />
Mãos que operam e que curam e mãos que &#8220;amarguram&#8221;.</p>
<p>Há mãos que se apertam por amizade e mãos que se empurram por ódio.<br />
Mãos furtivas que traficam destruição e mãos amigas que desviam da ruína.<br />
Mãos finas que provam dor e mãos rudes que espalham amor.</p>
<p>Há mãos que se levantam pela verdade e mãos que encarnam a falsidade.<br />
Mãos que oram e imploram e mãos que &#8220;devoram&#8221; .<br />
Mãos de Caim que matam.<br />
Mãos de Jacó que enganam.<br />
Mãos de Judas que entregam.<br />
Mas há também as mãos de Simão Cirineu, que carregam a cruz,<br />
e as mãos de Verônica, que enxugam o rosto de Jesus.</p>
<p>Onde está a diferença?<br />
Não está nas mãos, mas no coração<br />
É na mente transformada que dirige a mão santificada, delicada.<br />
É a mente agradecida que transforma as mãos em instrumentos de graça.<br />
Mãos que se levantam para abençoar,<br />
Mãos que baixam para levantar o caído,<br />
Mãos que se estendem para amparar o cansado.<br />
São como as mãos de Deus que criam, que guiam,<br />
que salvam; que nunca faltam.<br />
Existem mãos &#8230; e mãos &#8230;</p>
<p>As tuas, quais são ?<br />
De quem são ?<br />
Para que são ?&#8221;</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>“A MAIOR DOR”</title>
		<link>http://blog.paieterno.com.br/?p=12</link>
		<comments>http://blog.paieterno.com.br/?p=12#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2008 17:07:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Paterno</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.paieterno.com.br/2008/11/25/a-maior-dor/</guid>
		<description><![CDATA[A maior dor na vida não é morrer, mas ser ignorado. É perder alguém que nos amava e que depois deixou de se importar. É sermos deixado de lado por quem tanto nos apoiava.  É constatar que esses são os resultados das nossas negligências. 
A maior dor na vida não é morrer, mas ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A maior dor na vida não é morrer, mas ser ignorado. É perder alguém que nos amava e que depois deixou de se importar. É sermos deixado de lado por quem tanto nos apoiava.  É constatar que esses são os resultados das nossas negligências. </p>
<p>A maior dor na vida não é morrer, mas ser esquecido. É ficar sem um cumprimento após uma grande conquista. É não ter um doce e amigo telefonando só prá dizer &#8220;olá&#8221;. É ver a indiferença num rosto quando abrimos nosso coração.<br />
O que muito dói na vida é ver aqueles que foram nossos amigos sempre muito ocupados quando precisamos de alguém para nos consolar e ajudar a reerguer o nosso espírito.</p>
<p>É quando parece que nas aflições sobramos somente nós nos importando com nossas tristezas. Muitas dores nos afetam, mas isso pode não ser tão pesado se formos mais presentes e atenciosos: Cada um de nós tem um papel para desempenhar no teatro que chamamos vida.</p>
<p>Cada um de nós tem o dever de dizer ao outro que o amamos. Se você não se importa com seus companheiros de jornada, você não será punido: apenas acabará simplesmente ignorado &#8230; esquecido &#8230;&#8230; exatamente como faz com eles &#8230;</p>
<p>PS.: As palavras acima foram escritas por uma jovem que cometeu suicídio. Talvez se as pessoas que a rodeavam tivessem demonstrado um pouco de amor e tivessem lhe prestado mais atenção, sua morte poderia ter sido evitada. </p>
<p>Lembremos que podemos perceber nas expressões faciais quando alguém está triste, solitário e até mesmo com pensamentos de suicídio. Precisamos sentir mais profundamente cada pessoa que entra em nossa vida, dividir com ela nossa amizade, ser responsável por ela e dizer-lhe que ela é importante para nós. </p>
<p>Espero que você saiba que sempre estarei aqui. Você é muito importante para mim, mesmo distante. Ainda o nº do telefone é o mesmo, lembra?&#8230; e o endereço também. </p>
<p>Que Deus te abençoe!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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